quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Resenha: O Dom



                                                      

James Patterson e Ned Rust
Editora Novo Conceito
288 páginas 



 Depois do desastre que o primeiro livro da série, Bruxos e Bruxas, foi para mim, a sequência foi esperada sem nem um pingo de animação e depois de entender o processo de construção do livro pensei que a situação poderia mudar um pouco, afinal, saiu Gabrielle Charbonnet e entrou Ned Rust. Será que dessa vez a parceria com James Patterson deu certo? Infelizmente não.

A história começa mais uma vez com os irmãos Allgood em apuros, dessa vez presenciam a morte de uma amiga e o Único Que É O Único parece querer algo a mais deles, melhor dizendo, o dom de Whisty. Novamente acompanhamos as desventuras dos bruxos e cia contra a opressão da Nova Ordem, dessa vez as situações e cenários são bem mais claras e a série começa tomar forma. Mesmo assim não senti evolução na história, novamente a dupla de autores criou um mistério impactante logo de cara para enrolar no meio e terminar com mais um mistério.

O livro continua um apanhado de clichês (quem já leu um pouco de livros teen/sobrenatural vai identificar) de vários livros do tipo, tanto que nem consigo enquadrar em um gênero.

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Distopia, sobrenatural, fantasia???
Além dos diálogos bobos e descrições desnecessárias, a leitura pouco fluiu. O final deixa várias questões em aberto, mas não tenho interesse de continuar a série. É um tipo de livro que TALVEZ leitores com pouca bagagem vão gostar, mas como gosto é relativo vale a pena tirar suas próprias conclusões. 

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