domingo, 3 de novembro de 2013

Resenha: Bruxos e Bruxas



James Patterson e Gabrielle Charbonnet 
Editora Novo Conceito 
288 páginas  

Inicialmente, a história é jogada desesperadamente no colo do autor: temos Whit e Whisty Allgood (irmãos) que são capturados por um grupo radical na calada da noite. Esse grupo radical é a Nova Ordem, o governo opressor d’O Único Que É O Único que suspeita de conspiração quaisquer jovens menores de 18 anos.

Nessa noite o exército da NA invade a casa dos Allgood e acusa os irmãos de bruxaria, que é extremamente proibido. Agora, serão devidamente julgados, talvez tendo em vista um destino pior que a morte... A aventura deles é contada em capítulos alternados, curtos e um ritmo frenético.
A primeira impressão do livro que tive foi e que descreve ele é: Tosco. Achei o inicio confuso e mal desenvolvido... e termina assim. Bruxos e Bruxas foi escrito por duas pessoas, mas eu tenho lá minhas dúvidas. Primeiro, o nome de peso, James Patterson autor conceituado e experiente. Segundo, a segunda autora desconhecida até então, mas com alguma provável função. Resultado, tentando entender o motivo do erro.

A distopia é descrita de forma bastante confusa em alguns capítulos, além do cenário e personagens. Às vezes voltava e lia novamente, porém acabava não entendendo. Não consegui imaginar os personagens em um ambiente, foi tudo um borrão. Por fim, achei de forma geral um enredo muito “cru”.

O livro não é todo ruim, salvo as partes mais divertidas do livro que eram do ponto de vista da Whisty, que, aliás, poderia muito bem narrar o livro todo. É uma leitura rápida e fácil, e se você não levar o livro tão a sério pode até gostar dele. 


Um comentário:

  1. Eu achei que a história fosse mais interessante. Não esperava que fosse tão fraca assim. Principalmente por ser escrito por um autor que amo e que é incrível ao escrever seus livros. Uma pena ser assim. Mas assim mesmo, vou tentar ler. Beijos.

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