Georgeanne,
aos 22 anos, esta prestes a tomar uma decisão que poderá mudar toda a sua vida,
se casar ou não com um homem que tem idade o suficiente para ser seu avô? Bem,
ela resolve não se casar e foge do casamento horas antes dele começar. Quem a
ajuda nesta fuga é John, um grande jogador de hóquei, que não sabia estar
ajudando a noiva do seu patrão a fugir.
A noiva em
fuga, e o jogador de hóquei tem uma noite quente de amor, mas na manhã seguinte
John coloca Georgeanne no aeroporto com uma passagem de ida para outro lugar e
usando apenas a roupa do corpo. Desesperada ela começa a chorar e procura uma
solução para seu caso que parecia perdido.
Sete anos se
passam após o marcante acontecimento e nossa heroína consegue dar a volta por
cima, conseguindo emprego, casa e estabilidade. O astro de Hóquei fez muita
fortuna e fama e um inesperado encontro entre os dois acontece. Será que já não
se sente nada entre os dois? Ou o que aconteceu no passado ainda perdura em
seus pensamentos?
Mais ima vez
a autora Rachel Gibson, me conquistou com sua estória estilo chick-lit e seus
personagens bem desenvolvidos.
O romance
tem seus ápices do amor, como também seus tristes momentos de mágoa e
desespero. Os personagens mais uma vez são bastante humanos, com suas decisões
que não são perfeitas e reflete em suas vidas, fazendo com que amadureçam, e é
muito bom acompanhar este crescimento no personagem. A protagonista de início
se mostra bastante imatura e pelas suas atitudes observamos o quanto foi
difícil sua infância e adolescência, criada pela avó, quando sua mãe decidiu
que uma criança não estava inclusa em seus planos para a vida, o pai ela nunca
o conheceu.
Uma leitura
divertida, que me renderam boas gargalhadas e bem romântica. A autora mostra a
importância de se ter uma família e a importância de se ter alguém em que se
encontre apoio.
“Deixando rolarem as lágrimas que segurara o
dia todo, soluçou silenciosamente no travesseiro de John. Chorou pela bagunça
que fizera com a própria vida e pelo vazio que sentia. O futuro crescia na
frente dela, assustador e incerto. Os únicos parentes eram um tio e uma tia
idosos que viviam de aposentadoria e cuja vida girava em torno das reprises de
I Love Lucy”. Pág.: 40
Eu achei a capa americana também muito bonita, não sei porque alteraram, as duas são lindas:
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Capa Americana |
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